Colatina

COLATINA A PRINCESA DO NORTE

A fundação do município de Colatina data de 1833. As primeiras povoações foram no Arraial da Barra do Santa Maria, hoje bairro Colatina Velha, onde surgiu a área urbana, Mutum de Boapaba e ainda Barracão de Baunilha. Os imigrantes eram italianos em sua maioria.

Com a instalação, em 1906, da estrada de Ferro Vitória a Minas, da Companhia Vale do Rio Doce, o município assumiu importante posição econômica.
Em 26 de maio de 1916 um movimento revolucionário, proclamou Colatina a capital do Espírito Santo, instalando o governo em Colatina.

Com a introdução da agricultura e pecuária, a cidade se tornou sustentável. O crescimento gerado proporcionou sua emancipação em 1921. O nome da cidade foi escolhido pelo engenheiro Gabriel Emílio da Costa em homenagem à Dona Colatina, esposa do ex-governador do Estado, Muniz Freire.

A partir de 1928, iniciou-se o desenvolvimento urbano, com as construções do Hospital Sílvio Avidos, a Ponte Florentino Ávidos (1924-1928) e a estrada de ferro. Já na década de 50, Colatina começa a colher resultados significativos ao se tornar o maior produtor mundial de café. O processo de industrialização teve início nos anos 70 e colocou a cidade no rol das maiores economias do Estado.

O pôr-do-sol da cidade conhecida como “Princesa do Norte Capixaba” é um cartão-postal de rara beleza, classificado nos anos 60 como o segundo mais bonito do mundo, pelas revistas americanas Time e Seleções Readers Digest.

Tudo isso com a benção do Cristo Redentor, uma estátua de 35 metros de altura, construída em 1975, de onde se avista toda a cidade.

O Rio Doce corta toda a cidade. Colatina ainda é embelezada por diversos rios e cachoeiras, e mesmo sendo conhecida por ter um clima muito quente também tem locais com clima de montanha.

Imensas pedras e formações rochosas de diferentes formatos encantam os admiradores. Sem contar a hospitalidade dos colatinenses, verdadeiros anfitriões, conquistando qualquer turista.

O município ainda tem o maior pólo de confecções do Espírito Santo, produzindo para o Brasil e para o exterior, um centro de moda que figura nas agendas dos compradores mais exigentes do país.

As festas também acontecem durante o ano inteiro. Além do aniversário da cidade, no mês de agosto, os bailes fazem parte do roteiro dos boêmios. A festa do Cafona é o maior exemplo, atraindo gente de todo o Estado e do Brasil.

Não cansaremos de exaltar a bandeira de Colatina.

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